6 de jun. de 2012

45º Dia – Aplicação dos Recursos Públicos


Dia 06 de junho – Leitura Bíblica: 2Coríntios 13

            O Brasil é um país que tem tudo para dar certo, embora tenha dimensões continentais. O seu principal problema está na administração dos recursos públicos, ou seja, na luta desesperada contra a corrupção. Não podemos afirmar que seja um país corrupto, mas que a administração pública está grassada de maus servidores públicos.
            Diariamente somos desafiados a orar pela liderança política da nossa nação, pois cremos que não somente temos que eleger homens probos mas também temos que acompanhar, como fiscais, e como intercessores, a construção de um país mais justo e melhor. Certos de que a preocupação que adensava o coração do profeta Habacuque também deve ser a nossa, pois “Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás? Por que razão me mostras a iniquidade, e me fazer ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda do litígio. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida”. Habacuque 1.2-4.
            O Brasil, a União, tem sua receita no recebimento de cinco tributos, dos quais, apenas três estão vinculados, ou seja, dever ser gastos naquilo que a lei previamente determinar. Estes gastos são, via de regra, fiscalizados pelos Tribunais de Contas. O problema não está no sistema financeiro ou tributário, pois ele é muito bom. Ocorre que há mecanismos intermediários que facilitam o desvio dos recursos oriundos dos tributos, tais como superfaturamento, obras não realizadas, propina, favorecimento na licitação, e outras fraudes. Estas coisas só podem ser vencidas por uma intervenção divina por meio da oração do povo de Deus, que não seria novidade para nós. José no Egito, ou Daniel na Babilônia, são evidências daquilo o que Deus pode fazer. Ele pode mudar um sistema político-administrativo inteiro de uma só vez e, consequentemente, mudar a história do povo brasileiro.
            Não obstante a responsabilidade dos administradores do dinheiro público é importante lembrar a nossa responsabilidade como contribuintes. Não podemos sonegar, ou fraudar, pois, como nos ensina Luther King: “pior que a ação dos maus é a omissão dos bons”. Nós, em tudo, devemos ser exemplos.

            Celso Ribeiro Filho – Pastor da 1ª IB de Petrópolis (RJ)

Oremos:
  1. Pela boa aplicação dos recursos públicos;
  2. Pelo bom testemunho dos crentes que exercem mandatos políticos ou atuam no setor público;
  3. Que cada crente contribua com o que lhe é devido, com fidelidade;
  4. Que haja punição para os transgressores das leis;
  5. Que haja um grande esforço por parte das igrejas para a entrega de bíblias e a evangelização dos políticos.

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