18 de jun. de 2012

57º Dia – O Fruto do Espírito na Vida Familiar


Dia 18 de junho – Leitura Bíblica: Efésios 5

            “O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5.22)
            Amor – Quatro eram as palavras gregas para designar amor: Philia (amizade), Eros (biológico, sexual), Storge (familiar) e Agape (amor-doação, o amor-natureza-de-Deus, o amor de Cristo pela igreja). Quando Eros e o Storge são ungidos pelo Agape, é o céu dentro de casa.
            Alegria – A alegria dada por Deus subsiste mesmo na doença ou na falta de dinheiro. Ela nos ajuda a esperar a vitória a longo prazo, crendo que o Senhor tem a situação em Suas mãos.
            Paz – É a tranquilidade quando tudo está caótico. Shalom, no AT, expressa também “plenitude, sucesso, saúde, cura, salvação, inteireza, prosperidade, bem-estar, tranquilidade, harmonia”. Eirene, no NT, é a paz que “excede o entendimento” (Fp 4.7), resultado de se descansar em Deus.
            Paciência – Longanimidade, leniência, capacidade de suportar. Tão necessária quando, em certas famílias, ora-se pelo arrependimento e retorno ao lar do marido pródigo ou do filho com companhias inadequadas. A paciência deve se aliar ao perdão.
            Amabilidade – Gentileza, ternura, doçura, afabilidade. É saber se adaptar para ir ao encontro do necessitado. Deus fez isso por nós (“o Verbo fez-se carne e habitou entre nós”, Jo 1.14). Precisa  maior motivação?
            Bondade – Além da benignidade, deseja ver a bondade nos outros e se esforça para consegui-lo. O contrário implica rancor, mesquinharia, ganância... Um marido mesquinho e uma esposa rancorosa são vetores de um casamento enfermo.
            Fidelidade – Torna a pessoa de bom caráter, fidedigna, confiável, digna de fé. Não é o que se espera de uma família cristã, que seja exemplo para a sua vizinhança?
            Mansidão – Não é fraqueza, timidez ou covardia, mas força sob controle. A mansidão contrasta com a disciplina, como apresenta Paulo aos coríntios: “Que é que vocês querem? Devo ir a vocês com vara, ou com amor e espírito de mansidão?” (1Co 4.21)
            Domínio próprio – “O que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo”. (Rm 7.19). No lar, é preciso exercer o autodomínio, a temperança. Também traduzida por “continência”, tão necessária na preservação da virtude e castidade par quem se prepara para o matrimônio.

            Walter Santos Baptista – Pastor da IB Sião – Salvador (BA)

Oremos:
  1. Que haja amor, alegria e paz nas famílias;
  2. Por paciência, bondade e amabilidade;
  3. Por fidelidade, mansidão e domínio próprio;
  4. Que os crentes das famílias estejam fazendo o possível para que toda a família se converta a Jesus;
  5. Pelas bases e equipes da Trans Piauí.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

A Juventude de Primeira quer ouvir você!