Dia 18 de junho – Leitura Bíblica: Efésios 5
“O fruto do Espírito é amor, alegria, paz,
paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio”
(Gl 5.22)
Amor – Quatro eram as palavras gregas
para designar amor: Philia (amizade),
Eros (biológico, sexual), Storge (familiar) e Agape (amor-doação, o amor-natureza-de-Deus, o amor de Cristo pela
igreja). Quando Eros e o Storge são ungidos pelo Agape, é o céu dentro de casa.
Alegria – A alegria dada por Deus
subsiste mesmo na doença ou na falta de dinheiro. Ela nos ajuda a esperar a
vitória a longo prazo, crendo que o Senhor tem a situação em Suas mãos.
Paz – É a tranquilidade quando tudo
está caótico. Shalom, no AT, expressa
também “plenitude, sucesso, saúde, cura, salvação, inteireza, prosperidade,
bem-estar, tranquilidade, harmonia”. Eirene,
no NT, é a paz que “excede o entendimento” (Fp 4.7), resultado de se descansar
em Deus.
Paciência – Longanimidade, leniência,
capacidade de suportar. Tão necessária quando, em certas famílias, ora-se pelo
arrependimento e retorno ao lar do marido pródigo ou do filho com companhias
inadequadas. A paciência deve se aliar ao perdão.
Amabilidade – Gentileza, ternura,
doçura, afabilidade. É saber se adaptar para ir ao encontro do necessitado.
Deus fez isso por nós (“o Verbo fez-se carne e habitou entre nós”, Jo 1.14).
Precisa maior motivação?
Bondade – Além da benignidade, deseja
ver a bondade nos outros e se esforça para consegui-lo. O contrário implica
rancor, mesquinharia, ganância... Um marido mesquinho e uma esposa rancorosa
são vetores de um casamento enfermo.
Fidelidade – Torna a pessoa de bom
caráter, fidedigna, confiável, digna de fé. Não é o que se espera de uma
família cristã, que seja exemplo para a sua vizinhança?
Mansidão – Não é fraqueza, timidez ou
covardia, mas força sob controle. A mansidão contrasta com a disciplina, como
apresenta Paulo aos coríntios: “Que é que vocês querem? Devo ir a vocês com
vara, ou com amor e espírito de mansidão?” (1Co 4.21)
Domínio próprio – “O que faço não é o
bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo”. (Rm
7.19). No lar, é preciso exercer o autodomínio, a temperança. Também traduzida
por “continência”, tão necessária na preservação da virtude e castidade par
quem se prepara para o matrimônio.
Walter
Santos Baptista – Pastor da IB Sião – Salvador (BA)
Oremos:
- Que haja amor, alegria e paz nas famílias;
- Por paciência, bondade e amabilidade;
- Por fidelidade, mansidão e domínio próprio;
- Que os crentes das famílias estejam fazendo o possível para que toda a família se converta a Jesus;
- Pelas bases e equipes da Trans Piauí.
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