Dia 27 de junho – Leitura Bíblica: 1 Tessalonicenses 1
Há
cerca de 160 milhões de brasileiros experimentando um processo de
embrutecimento, de uma vida sem esperança por não reconhecer Jesus como
Salvador. Esse número ressalta a urgência da proclamação do evangelho de forma
abrangente e incisiva em todo o território nacional.
Missões,
entre outras coisas, consiste na propragação da graça e na expansão da glória
de Deus, é assunto de cunho espiritual vindo do coração do Pai amoroso, que não
poupou nem mesmo o seu próprio filho. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna”. (Jô 3.16)
A
obra missionária está muito além de meras estatísticas, do pragmatismo
religioso, do filosofismo humano e da popularidade. Diante deste fato, tal
empreitada requer obediência e muita intimidade com o Senhor, levando-nos a uma
ação objetiva: “uma coisa faço” (Filipenses 3.13). Do contrário, corre-se o
risco de mutilar esse grande investimento divino em detrimento de um
descompasso espiritual.
Na
contramão do nosso desejo em transformar o Cristianismo em uma religião de
púlpito com lindos discursos bem elaborados, Jesus ordenou: “Portanto ide,
fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo; ensinado-os a observar todas as coisas que eu vos tenho
mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias; até a consumação dos séculos”
(Mt 28+18-20). O texto, impregnado de amor à criatura que desafia e inquieta a
igreja, também a conforta. O Senhor promete estar conosco como o parácleto, que
consola, que cuida, que fortalece, que ampara até a consumação dos séculos.
Quando
Jesus contemplou Jerusalém pela última vez, se comoveu profundamente e chorou. “E, quando ia chegando, vendo a cidade,
chorou sobre ela” (Lucas 19.41). Seus olhos não ficaram apenas marejados e
seguramente ele não chorou por uma sinagoga, ou uma cátedra, muito menos pela
orgulhosa tradição judaica. Sim, Jesus chorou e, talvez copiosamente, pelos
seus compatriotas. Seus olhos miraram homens, mulheres e crianças que ainda se
encontravam no caminho da perdição. Cristianismo é vida que gera vida.
Convoco
cada batista brasileiro a ter comoção pelo seu povo!
“Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o
SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança” Sl. 33.12.
Cláudio
José Farias de Souza – Pastor da 1ª IB São João de Meriti (RJ)
Oremos:
- Que todos os crentes sejam engajados na obra da evangelização e do discipulado;
- Que as portas abertas para a pregação do evangelho sejam logo aproveitadas;
- Que cada igreja invista na formação de obreiros para a evangelização;
- Que os batistas brasileiros amem a Deus e ao povo do Brasil!
- Que haja uma grande colheita de almas na Trans 2012!
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